São asas que eu nunca pude usar.

Um diário. Um desejo. Um desabafo. Um desaforo. Um suor que escorre do coração aos dedos. Uma insônia que atormenta. Um medo, que transborda. Pensamentos que reviram e remexem e acabam vindo parar aqui.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Você.


Em um, dois, vinte anos?
Quando você vai embora?
Quando você vai me deixar?
Só me diga se pretende ficar!
Por favor me avise quando chegar a hora!
Quando vai e quanto vai doer.
Me diga, pra que eu me prepare, ensaie na frente do espelho:
AH, CLARO, TANTO FAZ. MAS VÁ E NÃO VOLTE! EU SEMPRE TE ODIEI.
É mentira, sim, mas quem vai saber?


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