São asas que eu nunca pude usar.

Um diário. Um desejo. Um desabafo. Um desaforo. Um suor que escorre do coração aos dedos. Uma insônia que atormenta. Um medo, que transborda. Pensamentos que reviram e remexem e acabam vindo parar aqui.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Amor próprio


Quem poderá me amar tanto quanto eu? Quem poderia conhecer tão bem dos meus medos? Quem estaria tão familiarizado com cada curva do meu corpo, que não seja eu? Quem poderia, mesmo que aos poucos desconstruir e destruir as amarras. Amando-me e compreendo-me ao natural? Quem poderia me acompanhar na busca de estar e ser mais feliz? Quem poderia ser tão minha assim? Ninguém além de mim. 


Com todo o meu amor,
De: Mim
Para: eu mesma.








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