São asas que eu nunca pude usar.

Um diário. Um desejo. Um desabafo. Um desaforo. Um suor que escorre do coração aos dedos. Uma insônia que atormenta. Um medo, que transborda. Pensamentos que reviram e remexem e acabam vindo parar aqui.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Mãe.

E quando, mesmo contra minha vontade, me puxaram pro mundo
O desconforto que me assolava
O susto de sentir meus pulmões encherem e secarem
A luz que feria meus olhos
Tudo mãe... Sumiu quando você me pegou nos braços
Senti ali, que você seria pra sempre minha fortaleza
E eu, pra sempre, um pedaço de ti


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