São asas que eu nunca pude usar.

Um diário. Um desejo. Um desabafo. Um desaforo. Um suor que escorre do coração aos dedos. Uma insônia que atormenta. Um medo, que transborda. Pensamentos que reviram e remexem e acabam vindo parar aqui.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Meu mar, teu sexo

É o desejo de entrar,
A delicadeza ao sair,
A necessidade de entrar, 
O impulso de sair, 

vai e vem, 

é tão sutil e tão devastador
o ardor de estar feliz.

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