São asas que eu nunca pude usar.

Um diário. Um desejo. Um desabafo. Um desaforo. Um suor que escorre do coração aos dedos. Uma insônia que atormenta. Um medo, que transborda. Pensamentos que reviram e remexem e acabam vindo parar aqui.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Eu nunca duro até o fim do dia.

Muitas vezes, eu tenho a sensação convicta de que não duro até amanhã.
Eu nunca duro, sempre sou outra.
A que começou esse texto morreu.
O que perdura ainda sou eu e não sei se duro até o fim.

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